... hoje não está como eu imaginei. 1º dia do ano, eu pensei em estar em algum lugar com meus amigos, nem que fosse em casa... conversando e me divertindo, comentando e rindo muito dos acontecimentos da noite passada. Mas como nada é perfeito, nada disso aconteceu.
Eu esperava estar feliz demais, comemorando um ano que acabou e outro que começou. Celebrando a maravilhosidade que é a vida. Gritando pra geral saber que meus amigos são os melhores do mundo e coisas do tipo, que eu amo minha mãe. Enfim.
Mas, especialmente hoje, eu não fiz nada disso. Acordei e ainda estava relativamente feliz, até o dia começar a passar e eu ir murchando. Fiquei triste, chorei a beça, dormi, acordei, chorei mais um pouco... saí pra comer e estou vendo TV agora.
Espero que esse 1º dia do ano seja só um susto... e que amanhã as coisas se acertem :)
Isso está mais para desabafo que para qualquer outra coisa. Mas como eu não tenho diário, vai no blog mesmo.
domingo, 2 de janeiro de 2011
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Passou da hora!
Ontem um colega de trabalho me fez lembrar que eu tenho blog, mandou eu escrever... pra gastar minha enorme criatividade. Hoje eu vim aqui e percebi que não escrevo há mais de 3 meses.
Junto com isso percebi que está na hora de encontrar um trabalho novo. Algo que me deixe mais feliz, menos cansada e que me acrescente mais. Onde eu possa conhecer gente inteligente e que queira sempre mais da vida, parecidas comigo.
Concluí que, na verdade, já passou da hora de virar o jogo, de poder ser eu mesma e não precisar "vender a mãe" ( isso é só uma forma de me expressar, minha mãe não está a venda!) pra ganhar 3.9% de qualquer roupa que eu vender.
E prometi pra mim mesma que quando o natal acabar... e janeiro também (pq eu tenho muitas folgas pra tirar, hahaha), eu vou embora. Sei que de alguns vou sentir saudades, mas a vida é assim mesmo.
Junto com isso percebi que está na hora de encontrar um trabalho novo. Algo que me deixe mais feliz, menos cansada e que me acrescente mais. Onde eu possa conhecer gente inteligente e que queira sempre mais da vida, parecidas comigo.
Concluí que, na verdade, já passou da hora de virar o jogo, de poder ser eu mesma e não precisar "vender a mãe" ( isso é só uma forma de me expressar, minha mãe não está a venda!) pra ganhar 3.9% de qualquer roupa que eu vender.
E prometi pra mim mesma que quando o natal acabar... e janeiro também (pq eu tenho muitas folgas pra tirar, hahaha), eu vou embora. Sei que de alguns vou sentir saudades, mas a vida é assim mesmo.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
1º passo
De que me adianta dizer que não quero.... que por você não espero? Por que eu diria que não te gosto ou que não te adoro, se eu te venero?
O que me levaria a fazer coisas que não tem sentido só pra disfarçar ou fingir o que não é? E por qual motivo eu fugiria e iria morar longe se minha cabeça jamais iria comigo?
Não vejo razão pra ir embora ou pra dizer que não. Não consigo entender porque tanta gente faz isso, se a melhor coisa que há é amar.
Se for por medo de se machucar, que tal vender sua bicicleta?
Se não quer sofrer do coração, alimente-se melhor e faça exercícios físicos que os riscos diminuirão bruscamente.
Se quer ser feliz, deixe o coração livre, dê asas a ele. Mandar nele você não pode, mas pode sugerir uma direção e deixar que ele guie você. Ande por aí, bem solta. Despreocupada e destemida. Esse é um bom primeiro passo para ser feliz.
O que me levaria a fazer coisas que não tem sentido só pra disfarçar ou fingir o que não é? E por qual motivo eu fugiria e iria morar longe se minha cabeça jamais iria comigo?
Não vejo razão pra ir embora ou pra dizer que não. Não consigo entender porque tanta gente faz isso, se a melhor coisa que há é amar.
Se for por medo de se machucar, que tal vender sua bicicleta?
Se não quer sofrer do coração, alimente-se melhor e faça exercícios físicos que os riscos diminuirão bruscamente.
Se quer ser feliz, deixe o coração livre, dê asas a ele. Mandar nele você não pode, mas pode sugerir uma direção e deixar que ele guie você. Ande por aí, bem solta. Despreocupada e destemida. Esse é um bom primeiro passo para ser feliz.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Muito prazer,
Meu nome é Clara. Clara para os que não me conhecem, para os que mal me conhecem. Para minha mãe quando insiste em me dar esporro, mesmo eu já tendo mais de 20 anos. Mas para os que me conhecem, sou Clarinha, sou Clarita, sou Cadena ou Claridade. Sou Filha, Meu Amor, Amorzinha e até Clara do Ovo. Já fui Ferrugem, já fui Clareba e às vezes ainda sou Claraíba. Sempre fui artista, sempre fui inventora (principalmente de moda), sempre quis mudar o mundo, viver uma utopia, ir para uma comunidade hippie em que eu pudesse tomar banho e raspar o suvaco. Também tentei ser surfista e skatista, lutadora e dançarina... e percebi que a melhor opção seria entrar pra aula de desenho!!! Nisso eu sou boa, só sou preguiçosa. E depois descobri que eu também poderia escrever e muito tempo depois fiz esse blog, que já teve outro nome.
Sempre fui sonhadora, sempre conversei sozinha pra tentar chegar à alguma conclusão, doce ilusão. Pensei em morar sozinha, mas percebi que com minha mesada de R$ 70,00 eu não conseguiria viver nem de miojo, então continuei em casa mesmo. Rs!
Na faculdade descobri que eu poderia ser boa aluna e só tirar notas boas, ao contrário da época do colégio, me encontrei e acho que vou me encontrar mais ainda nos dois anos que vem pela frente. Quero ser jornalista e fotógrafa, uma espécie de 2 em 1.
Decidi que quero ter um filho e adotar outro, e que eles tenham mais ou menos a mesma idade, para não precisarem ter amigos imaginários que nem eu tinha (e tenho até hoje).
A cada instante tenho a certeza de que ninguém poderia ser alguém completo se não tivesse amigos de verdade, amigos passageiros e conhecidos... e que não seria ninguém se não fosse nenhum desses para outras pessoas. Porque nossas relações e experiências é que nos torna gente. Gente boa ou gente ruim... ou simplesmente gente comum.
E por enquanto eu sou isso, penso isso e posso mudar assim que sair daqui. É uma questão de viver.
Sempre fui sonhadora, sempre conversei sozinha pra tentar chegar à alguma conclusão, doce ilusão. Pensei em morar sozinha, mas percebi que com minha mesada de R$ 70,00 eu não conseguiria viver nem de miojo, então continuei em casa mesmo. Rs!
Na faculdade descobri que eu poderia ser boa aluna e só tirar notas boas, ao contrário da época do colégio, me encontrei e acho que vou me encontrar mais ainda nos dois anos que vem pela frente. Quero ser jornalista e fotógrafa, uma espécie de 2 em 1.
Decidi que quero ter um filho e adotar outro, e que eles tenham mais ou menos a mesma idade, para não precisarem ter amigos imaginários que nem eu tinha (e tenho até hoje).
A cada instante tenho a certeza de que ninguém poderia ser alguém completo se não tivesse amigos de verdade, amigos passageiros e conhecidos... e que não seria ninguém se não fosse nenhum desses para outras pessoas. Porque nossas relações e experiências é que nos torna gente. Gente boa ou gente ruim... ou simplesmente gente comum.
E por enquanto eu sou isso, penso isso e posso mudar assim que sair daqui. É uma questão de viver.
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