segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Passou da hora!

Ontem um colega de trabalho me fez lembrar que eu tenho blog, mandou eu escrever... pra gastar minha enorme criatividade. Hoje eu vim aqui e percebi que não escrevo há mais de 3 meses.
Junto com isso percebi que está na hora de encontrar um trabalho novo. Algo que me deixe mais feliz, menos cansada e que me acrescente mais. Onde eu possa conhecer gente inteligente e que queira sempre mais da vida, parecidas comigo.
Concluí que, na verdade, já passou da hora de virar o jogo, de poder ser eu mesma e não precisar "vender a mãe" ( isso é só uma forma de me expressar, minha mãe não está a venda!)  pra ganhar 3.9% de qualquer roupa que eu vender.
E prometi pra mim mesma que quando o natal acabar... e janeiro também (pq eu tenho muitas folgas pra tirar, hahaha), eu vou embora. Sei que de alguns vou sentir saudades, mas a vida é assim mesmo.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

1º passo

De que me adianta dizer que não quero.... que por você não espero? Por que eu diria que não te gosto ou que não te adoro, se eu te venero?
O que me levaria a fazer coisas que não tem sentido só pra disfarçar ou fingir o que não é? E por qual motivo eu fugiria e iria morar longe se minha cabeça jamais iria comigo?
Não vejo razão pra ir embora ou pra dizer que não. Não consigo entender porque tanta gente faz isso, se a melhor coisa que há é amar.
Se for por medo de se machucar, que tal vender sua bicicleta?
Se não quer sofrer do coração, alimente-se melhor e faça exercícios físicos que os riscos diminuirão bruscamente.
Se quer ser feliz, deixe o coração livre, dê asas a ele. Mandar nele você não pode, mas pode sugerir uma direção e deixar que ele guie você. Ande por aí, bem solta. Despreocupada e destemida. Esse é um bom primeiro passo para ser feliz.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Muito prazer,

Meu nome é Clara. Clara para os que não me conhecem, para os que mal me conhecem. Para minha mãe quando insiste em me dar esporro, mesmo eu já tendo mais de 20 anos. Mas para os que me conhecem, sou Clarinha, sou Clarita, sou Cadena ou Claridade. Sou Filha, Meu Amor, Amorzinha e até Clara do Ovo. Já fui Ferrugem, já fui Clareba e às vezes ainda sou Claraíba. Sempre fui artista, sempre fui inventora (principalmente de moda), sempre quis mudar o mundo, viver uma utopia, ir para uma comunidade hippie em que eu pudesse tomar banho e raspar o suvaco. Também tentei ser surfista e skatista, lutadora e dançarina... e percebi que a melhor opção seria entrar pra aula de desenho!!! Nisso eu sou boa, só sou preguiçosa. E depois descobri que eu também poderia escrever e muito tempo depois fiz esse blog, que já teve outro nome.
Sempre fui sonhadora, sempre conversei sozinha pra tentar chegar à alguma conclusão, doce ilusão. Pensei em morar sozinha, mas percebi que com minha mesada de R$ 70,00 eu não conseguiria viver nem de miojo, então continuei em casa mesmo. Rs!
Na faculdade descobri que eu poderia ser boa aluna e só tirar notas boas, ao contrário da época do colégio, me encontrei e acho que vou me encontrar mais ainda nos dois anos que vem pela frente. Quero ser jornalista e fotógrafa, uma espécie de 2 em 1.
Decidi que quero ter um filho e adotar outro, e que eles tenham mais ou menos a mesma idade, para não precisarem ter amigos imaginários que nem eu tinha (e tenho até hoje).
A cada instante tenho a certeza de que ninguém poderia ser alguém completo se não tivesse amigos de verdade, amigos passageiros e conhecidos... e que não seria ninguém se não fosse nenhum desses para outras pessoas. Porque nossas relações e experiências é que nos torna gente. Gente boa ou gente ruim... ou simplesmente gente comum.
E por enquanto eu sou isso, penso isso e posso mudar assim que sair daqui. É uma questão de viver.

Veja bem

É assim: voltei a trabalhar que nem corna (desculpem o termo, mas é o melhor para qualificar meu estado atual), conheci gente nova que já foi embora e que já se foi, a cada instante conheço uma pessoa diferente... alguém que quer contar histórias ou alguém que não quer nem saber de mim. Pessoas que parecem ser amigas de infância, mesmo tendo acabado de conhecê-las! Quando meu relógio marca 17h, tomo meu rumo... pego um ônibus bem cheio, que anda por ruas mais cheias ainda e vou para a faculdade... quando a aula acaba tomo meu rumo novamente, vou pra casa. Pro aconchego do meu lar, para minhas cachorras me lambendo, minha avó falando que precisa fazer economia e pro meu tio dizendo que "tá foda". Sem forças pra comer, sonho com um banho quentinho... escovo meus dentes e me infurno no quarto, muitos dias nem "oi" pro computador eu digo, sigo direto pra cama. Minha querida e amada cama, nunca a amei tanto quanto amo agora. Meu amor por ela é maior que meus amores de adolescente, que meu amor por comida e chocolate. É nela que aproveito meus minutos ao máximo, descansando meu pobre corpo que não aguenta mais trabalhar.