Hoje to pensando... Passei a noite em claro. Só pensando. E continuo, sem conclusão alguma, pensando. Por mais vago que isso possa parecer, e que continuo a fazer...
Pensando, pensando e pensando... Só em você. Engraçado perceber que talvez esteja fazendo a mesma coisa. Entre sorrisos, olhares e implicâncias o dia vai indo e se acabando. Daqui a pouco eu já vou embora e tudo certo. A gente se vê amanhã
quarta-feira, 27 de abril de 2011
domingo, 24 de abril de 2011
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Eu vou pra Lua.
Ontem saí do trabalho e fui andando com uma amiga, enquanto ela fumava um cigarro conversamos sobre as coisas da vida, da minha vida e da sua vida. Quando paramos em uma esquina da Atlântica - CALMA, CALMA! Tava esperando o 2016. Não passei pra esse nível ainda, ela falou: "Olha a lua!".
Olhei aquela lua bebê, ainda nascendo, laranja e enorme. Linda. Refletindo sua luz ainda meio apagada naquele marzão que estava manso, mando... só a observar. Calmo como a brisa que bagunçava nossa franja, de leve.
O ônibus chegou, a Carol foi embora e eu fui pra aula. Encontrei uns amigos, dei umas risadas e bebi uns goles de mate. Voltei pra casa, tomei banho, coloquei o pijama, escovei os dentes e dormi. Hoje eu fui trabalhar, olhei pro mar, calmo que nem ontem à noite... lembrei da Lua. Trabalhei tudo o que tinha para trabalhar e voltei pra casa, entrei na internet e comprei uma viagem pra lá... lá pra Lua! Apenas uma rede e um iPod. Levando em consideração a gravidade (ou a falta dela), libero a rede e fico só com o iPod.
Parece estranho? Também acho. Explico agora.
Lembrei de quantas vezes já ouvi que sou "estranha" ou então "muito louca". Eu poderia me avaliar apenas como "incomum" ou, simplesmente, "diferente". Minha mente e meus gostos são o extremo da convergência. Verdade, minha melhor amiga, que me conhece como ninguém me define como "patricinha alternativa". Eu sou uma andarilha hoje e amanhã já mudei e sou alguma coisa diferente. Me arrumo para sair numa quinta-feira a noite e passo o sábado de moletom comendo nuguets. Já percebi que as pessoas ao meu redor não percebem isso, mas meu nível de rejeição é muito baixo. Nunca repudiei banda Calypso ou Calcinha Preta, inclusive, acho a energia deles contagiante. Tenho amigos de todas as tribos, religiões, cores e orientações sexuais. Passo o final de semana na favela e no outro vou para uma boate cheia de gente rica que não faz a menor ideia de como é uma favela. Divido minha vida entre a agitação da noite carioca e a alegria, incomparável, da minha casa nas noites de sábado. Entre ir pra praia e trabalhar no dia seguinte.
Às vezes me sinto tão confusa e não-parte do mundo que vivo, uma busca constante por algum lugar ou alguma coisa que eu não tenho noção do que seja. Uma procura pelo novo e pelo desconhecido, por mais coisas boas no coração das pessoas e menos preocupações banais. Esse lugar que eu não sei qual é talvez seja a Lua, minha passagem está comprada. Quando eu voltar te digo se era lá aonde eu queria chegar.
Olhei aquela lua bebê, ainda nascendo, laranja e enorme. Linda. Refletindo sua luz ainda meio apagada naquele marzão que estava manso, mando... só a observar. Calmo como a brisa que bagunçava nossa franja, de leve.
O ônibus chegou, a Carol foi embora e eu fui pra aula. Encontrei uns amigos, dei umas risadas e bebi uns goles de mate. Voltei pra casa, tomei banho, coloquei o pijama, escovei os dentes e dormi. Hoje eu fui trabalhar, olhei pro mar, calmo que nem ontem à noite... lembrei da Lua. Trabalhei tudo o que tinha para trabalhar e voltei pra casa, entrei na internet e comprei uma viagem pra lá... lá pra Lua! Apenas uma rede e um iPod. Levando em consideração a gravidade (ou a falta dela), libero a rede e fico só com o iPod.
Parece estranho? Também acho. Explico agora.
Lembrei de quantas vezes já ouvi que sou "estranha" ou então "muito louca". Eu poderia me avaliar apenas como "incomum" ou, simplesmente, "diferente". Minha mente e meus gostos são o extremo da convergência. Verdade, minha melhor amiga, que me conhece como ninguém me define como "patricinha alternativa". Eu sou uma andarilha hoje e amanhã já mudei e sou alguma coisa diferente. Me arrumo para sair numa quinta-feira a noite e passo o sábado de moletom comendo nuguets. Já percebi que as pessoas ao meu redor não percebem isso, mas meu nível de rejeição é muito baixo. Nunca repudiei banda Calypso ou Calcinha Preta, inclusive, acho a energia deles contagiante. Tenho amigos de todas as tribos, religiões, cores e orientações sexuais. Passo o final de semana na favela e no outro vou para uma boate cheia de gente rica que não faz a menor ideia de como é uma favela. Divido minha vida entre a agitação da noite carioca e a alegria, incomparável, da minha casa nas noites de sábado. Entre ir pra praia e trabalhar no dia seguinte.
Às vezes me sinto tão confusa e não-parte do mundo que vivo, uma busca constante por algum lugar ou alguma coisa que eu não tenho noção do que seja. Uma procura pelo novo e pelo desconhecido, por mais coisas boas no coração das pessoas e menos preocupações banais. Esse lugar que eu não sei qual é talvez seja a Lua, minha passagem está comprada. Quando eu voltar te digo se era lá aonde eu queria chegar.
terça-feira, 12 de abril de 2011
Não é tão rápido.
A cada dia que vivo, percebo, o quão louca são as pessoas. Enxergo nas pessoas alheias e enxergo em mim também... Na maioria das vezes não damos valor para as pessoas que estão ao nosso redor, sobretudo aquelas que nos demonstram algum sentimento bom, que nos amam ou simplesmente nos gostam, simplesmente porque gostam... assim, de graça. Talvez não por maldade, pelo menos não da minha parte, mas... há sempre alguém que se fere, alguém que passa uma noite, ou alguns dias, chorando. Alguém que sofre calado, que sofre por dentro, com a ausência de um simples 'Oi'.
Nos enchem de esperanças e expectativas, ou pelo menos abrem uma brecha para que tenhamos essas tais esperanças e expectativas. Às vezes nos iludem e eu não acho isso legal.
No caso, eu não tenho feito ninguém sofrer (não que eu saiba, muito menos intencionalmente)... e quem sofre sou eu. Sofro demais, por ter me permitido e me sentir uma idiota agora, por não conseguir me concentrar e ter ficado doente nesse mesmo momento. Estou sofrendo por não ter controle de situação nenhuma, por me sentir impotente diante da minha momentânea (assim espero) dor.
Um sentimento de solidão com uma porrada e gente em volta. Um vazio depois de comer no rodízio e beber 10 canecas de refri. Só conseguir enxergar a única nuvem no céu, em forma de coração partido, num maravilhoso dia de verão.
Em 1 semana cansei de ouvir que vou ficar bem, que passa, que não querem me ver assim... Ok! Eu sei que passa e sei também que não querem me ver assim, de verdade. Mas não é tão rápido e acho que todos sabem disso.
Nos enchem de esperanças e expectativas, ou pelo menos abrem uma brecha para que tenhamos essas tais esperanças e expectativas. Às vezes nos iludem e eu não acho isso legal.
No caso, eu não tenho feito ninguém sofrer (não que eu saiba, muito menos intencionalmente)... e quem sofre sou eu. Sofro demais, por ter me permitido e me sentir uma idiota agora, por não conseguir me concentrar e ter ficado doente nesse mesmo momento. Estou sofrendo por não ter controle de situação nenhuma, por me sentir impotente diante da minha momentânea (assim espero) dor.
Um sentimento de solidão com uma porrada e gente em volta. Um vazio depois de comer no rodízio e beber 10 canecas de refri. Só conseguir enxergar a única nuvem no céu, em forma de coração partido, num maravilhoso dia de verão.
Em 1 semana cansei de ouvir que vou ficar bem, que passa, que não querem me ver assim... Ok! Eu sei que passa e sei também que não querem me ver assim, de verdade. Mas não é tão rápido e acho que todos sabem disso.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Improviso
Preciso dizer que estou feliz com o trabalho, sem precisar ter de mudá-lo. Posso dizer que tá tudo correndo bem nos outros aspectos e também na faculdade. Esse período fiz 2 amigos, o que é uma coisa diferente... porque apesar de ser uma pessoa sociável (eu acho), desde que mudei pro turno da noite, há 1 ano, só fiz 2 amigos... agora já tenho 4 o/ Levando isso em consideração, hoje um dos meus novos amigos fez um improviso em minha homenagem.
" Em uma noite como outra qualquer na faculdade surge um trabalho dificílimo para ser realizado. Eu e meu grande amigo Ramon já organizávamos tudo. Planejamentos, estratégias... Porém, algo faltava. Surge então uma menina no fundo da sala sem grupo e louca para ajudar com seus conhecimentos algum grupo. Era a oportunidade perfeita. Clara, clarinha, claridade. Variações diversas ela tem em seu nome.
Mas uma certeza eu tenho
Essa menina mulher
Clara
Veio para clarear nossas vidas."
Por hoje é só :)
" Em uma noite como outra qualquer na faculdade surge um trabalho dificílimo para ser realizado. Eu e meu grande amigo Ramon já organizávamos tudo. Planejamentos, estratégias... Porém, algo faltava. Surge então uma menina no fundo da sala sem grupo e louca para ajudar com seus conhecimentos algum grupo. Era a oportunidade perfeita. Clara, clarinha, claridade. Variações diversas ela tem em seu nome.
Mas uma certeza eu tenho
Essa menina mulher
Clara
Veio para clarear nossas vidas."
Por hoje é só :)
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